A prática da não-agressão

A prática da não-agressão

No mês de abril iniciamos um novo horário para realizar um círculo de leituras. Decidimos que a cada mês, vamos estudar, entre outros assuntos, uma das normas do nosso código de ética.

O nosso código de ética é inspirado em conhecimentos milenares e serve às boas relações humanas, ao bem-estar e ao autoconhecimento. Qualquer uso dele em outra direção fá-lo perder o sentido. O seu estudo é, portanto, um estímulo à observação de si mesmo e não ao julgamento do outro.

A primeira norma estudada foi a não-agressão, que deve, segundo o autor DeRose, ser compreendida Latu sensu. Isso significa não agredir gratuitamente pessoas, animais ou a natureza de forma generalizada, seja por meio de ações, palavras ou pensamentos. Alguém disse que ia ser fácil? Não, isso é trabalho para uma vida inteira de auto aprimoramento. Principalmente porque não estamos falando de um tipo simulado de não-agressão que agride àquele que a pratica, que induz à passividade ou à omissão. Ao contrário, promulgamos que devemos defender o que acreditamos e os nossos direitos. Como fazer isso? Vejam o vídeo acima com uma dica do sistematizador do nosso Método.

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